e-tinta

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Escuto recentemente de que o iPad da Apple competirá com o leitor de livros Kindle da Amazon. Talvez. O iPad é uma incógnita, mas deve ser adorado por aqueles que querem um computador para lazer. Assitir filmes, escutar músicas e ler livros em um equipamento que não terá as dificuldades de manuseio típicas do PCs tradicionais é o desejo de muitas donas de casa, só para exemplificar. Há espaço para um equipamento desses nas residências? Na dos americanos, onde pelo menos dois computadores existem, creio que sim. Nas residencias brasileiras, não creio que prevalecerá em breve. De qualquer forma, vale lembrar que uma das grandes inovações do Kindle é o conceito de tinta eletrônica (e-ink). É ela que faz com que a tela onde os textos dos livros são exibidos, seja extremamente agradável ao olho humano. Pode-se ler um texto a luz do sol da mesma forma que a um livro em papel (talvez mesmo melhor que o papel). É um conceito que une a química, física e eletrônica. O principal componente da tinta são milhões de pequeninas micro-capsulas com o diâmetro aproximadamente do cabelo humano. Cada micro-capsula contém cargas positivas de partículas brancas e cargas negativas de partículas pretas dentro de um fluido. Quando um campo elétrico negativo é aplicado as partículas brancas vão para cima das cápsulas onde elas ficam visíveis ao olho humano. Isto faz a superfície parecer branca naquele lugar. Ao mesmo tempo, um campo elétrico negativo empurra as partículas pretas para baixo da microcapsula o que as faz ficarem escondidas (não vistas para o usuário).O display de tinta eletrônica é impresso dentro de uma folha de plástico que é laminada com uma rede de circuitos. Os circuitos formam um padrão de pixels que podem ser controlados por um software (o display driver). Essas micro-capsulas são suspensas em um líquido que funciona com meio condutor permitindo-as serem “impressas”em superfícies as mais diversas como vidro, plástico e mesmo papel. A tinta eletrônica permitirá, no futuro, que os mais diversos materiais possam tornar-se uma tela de computador o que aumentará fortemente às possibilidades de display de informações. Se essa característica será determinante na competição, no futuro saberemos. Para saber mais sobre como funciona a tinta do Kindle, acesse aqui.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Tagged com:[ , , , , ]

O Mundo Submarino da Internet

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Talvez nem todos saibam, mas a tecnologia que domina a comunicação na Internet é a de fibras óticas. Os continentes são interligados por cabos de fibra de aproximadamente 10 cm de diâmetros e que permitem a transmissão dos milhões de Gigabytes que diariamente trafegam na rede. A infraestrutura é toda submarina. Achei na Internet um infográfico feito pelo jornal inglês The Guardian muito interessante. Vejam-no abaixo. Percebam que Fortaleza é um ponto crucial nessa ligação. Vários cabos saem daqui para as Américas e Europa. Percebam também que há um gargalo no Oriente Médio e que pode causar transtornos enormes caso os cabos venham a ser cortados. Logo ali !!

Cabos da Internet

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Social Media Week

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação, Mídia ]

Começou nessa semana o Social Media Week (Semana da Mídia Social), um evento mundial que acontece simultaneamente em 6 cidades: New York, Toronto, San Francisco, Londres, Berlim e São Paulo. Nele estarão especialistas de diversas áreas, usuários e interessados em geral para debater sobre as redes sociais e as mudanças comportamentais, sociais e econômicas que as novas dinâmicas comunicacionais estão provocando.
A primeira Social Media Week aconteceu em 2009 e continua este ano. Na página oficial do evento, é possível assistir aos vídeos dos painéis do ano passado.
O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas, já se esgotaram. Na edição paulista de 2010, comunicadores e estudiosos debatem temas como Sociedade Aumentada, Sustentabilidade, Por Uma Internet De Qualidade e Troca de Conhecimento. Senti-me honrado com o convite que recebi para palestrar no evento e o farei sobre Mapas Digitais Colaborativos. Tomarei o pau-de-arara na direção certa, mas não sem receio da chuva !

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Policiamento Comunitário sob Alicerces Incongruentes

Esse item foi classificado em [ Governo, Segurança Pública ]

Volto ao tema da Segurança Pública, mais especialmente à questão do policiamento comunitário. Quando se fala de policiamento comunitário espera-se um trabalho de prevenção do crime com forte envolvimento da sociedade, principalmente na resolução dos problemas não emergenciais. Subentende-se ainda a descentralização dos comandos com um sistema eficaz de gestão por resultados e participação de civis (não policiais) no planejamento e avaliação das atividades da polícia. Mas a implantação desse tipo de policiamento requer um grande esforço do Estado em qualificação de pessoal, reforma das instituições, multidisciplinaridade e, acima de tudo, a perfeita compreensão do conceito de policiamento comunitário. Vários são os exemplos na literatura de iniciativas mal sucedidas devido a erros na implantação do programa. A cultura tradicional da polícia, centrada na pronta resposta diante do crime e no uso da força para manter a lei e a ordem acaba prevalecendo. A própria sociedade pressiona por uma pronta reposta. A falta das atividades de investigação (principalmente pelas deficiências da Polícia Civil) e a dificuldade em fazer as forças policiais atuarem em conjunto são dois outros fatores primordiais. A qualificação dos policiais deve ser diferenciada, mas, acima de tudo, as tarefas e condições de realizá-las também o devem ser. Policiamento comunitário pressupõe proximidade e contato com a população. Normalmente é feito a pé e os policiais nem sempre precisam estar armados. Treiná-los para essa atividade e colocá-los armados e sem qualificação adequada para usá-las e nem postura para defenderem-se com as mesmas é um grande risco. Fazer policiamento comunitário em carros com vidros fechados que separam o policial do contexto do policiamento é incoerente. A consequência é a corrosão do programa e passa-se a fazer o mesmo de novo. E o mesmo de novo é repressão, prisões demais, mas pouca eficácia. Por exemplo, ao invés de prender a quadrilha organizada, prende-se o maltrapilho que de alguma forma envolveu-se em atividades ilícitas. Ao invés de prender o traficante, prende-se o usuário. Aumenta-se a letalidade da polícia e no final os números da violência só crescem. Lota-se as prisões, delegacias e casas de custódia com uma população que se renova constantemente. Gera-se assim um ciclo vicioso de sentimento de impunidade, desmotivação dos policiais, qualificação da marginalidade e aumento da violência. Há suficiente material teórico que aponta as armadilhas ao se tratar um programa de policiamento comunitário com incoerências. É bom verificar se algumas iniciativas brasileiras estão indo nessa direção, pois o que falo aqui não é somente de questões teóricas. As conseqüências práticas são cruéis e podem implicar diretamente na escalada da violência.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: +1 (from 1 vote)

Policiais Assaltados !

Esse item foi classificado em [ Governo, Segurança Pública ]

Há uma semana atrás escrevi sobre as deficiências do policiamento em Fortaleza em uma cena cotidiana que eu mesmo havia presenciado. Mencionei o quanto a aparente simples tarefa de patrulhamento a pé requer uma postura observadora, proativa e, acima de tudo, atenta. Algo raro de se conseguir e que pouco tenho visto nas polícias brasileiras de uma forma geral. Não pensei que teria um exemplo tão marcante para ilustrar o que venho dizendo. Na semana passada três guardas do Ronda Quarteirão (nome do batalhão dito de policiamento comunitário do Estado do Ceará) foram assaltados por dois homens em uma moto. Suas armas e coletes foram levados e os assaltantes, ainda hoje, não foram encontrados. Só tenho informações sobre o ocorrido através da mídia (veja matéria jornalística aqui), mas creio não ser exagero creditar as causas da ocorrência a despreparo dos policiais. Seria por demais simplista culpar especificamente os policiais em questão, bem como poderia ser leviano dizer que todos são assim. Mas acredito que fatos como esse ocorrem, dentre outras razões, pelo problema de postura que tenho apontado. Como justificar que policiais que estão em maioria possam ser rendidos dessa forma? Tinham por obrigação apresentar uma postura observadora e atenta que certamente seria também preventiva. Não estamos falando de bandidos fortemente armados e em maior número e organização como as situações que as vezes presenciamos em grandes metrópoles brasileiras. Estamos falando de alguém que se aproxima dos policiais até o ponto de rendê-lo com uma arma na sua cabeça.

A ocasião é adequada inclusive para retornar a dois temas cruciais e que se complementam: qualificação policial e capacidade gerencial. Já escrevi muito sobre o primeiro tema. Vejam alguns textos aqui e aqui. Só quero reforçar que o tempo de treinamento dos policiais militares deve ser de pelo menos um ano. Colocar jovens policiais na rua depois de três meses de treinamento é literalmente tiro pela culatra (com o perdão pelo trocadilho). Depois, quero reforçar o que já disse sobre a necessidade de que o treinamento seja continuado, prático e combinado com forte e eficaz sistema gerencial que identifique as deficiências e as corrija preventivamente.

Outra questão ilustrativa no caso do assalto dos patrulheiros do Ronda pode ser percebida na própria matéria. Leiam o trecho abaixo.

Quando o reforço policial apareceu, os bandidos já haviam ido embora levando uma pistola de calibre Ponto 40 (0.40) e um colete à prova de bala, ambos pertencentes à PM, e uma pistola de calibre 380 ACP, pertencente a um dos PMs, mas que ele, estranhamente, usava mesmo estando de serviço e fardado. O Comando do Ronda do Quarteirão foi avisado do caso e promoeteu investigá-lo, mas, até a noite passada não havia sido descoberta nenhuma pista dos ladrões.

A matéria do Jornal Diário do Nordeste diz que uma das armas roubadas foi um 38 que um dos policiais “inexplicavelmente” estava usando, visto que não se tratava de sua arma oficial. Porque um policial usaria uma arma extra àquela que a corporação lhe dá o direito de usar? Essa prática era comum tempos atrás e tinha fins nada louváveis, visto que elas eram usadas por policiais que não respeitavam os direitos humanos. Um batalhão, dito de policiamento comunitário e formado em sua maioria por jovens policiais, não pode aceitar esse tipo de prática.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

iPad em Ação

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Depois da euforia do lançamento na semana passada, os comentários sobre o iPad, parecem indicar uma certa decepção dos analistas. A Apple e Steve Jobs parecem ter-nos acostumado à lançamentos cada vez mais inovadoras. Acabamos por exigir demais. Para os que não ouviram ainda sobre o iPad, trata-se de um tablet (vejam o vídeo abaixo com um pequena demonstração de seu uso) que busca implementar um novo conceito de computador pessoal. Essa é na verdade a grande aposta da Apple. O novo conceito é o de um computador barato (o preço base nos EUA é de U$ 499,00) que deve encontrar um nicho entre o telefone e o computador pessoal e ser usado, acima de tudo, para lazer. Ler livros, assistir filmes, escutar música e, evidentemente, conexão com a Internet são exemplos de tarefas típicas a serem executadas no iPad. Mas não é só essa a inovação de conceito. Vejam que o iPad tem dispositivo para se conectar a Internet a qualquer momento, tanto por wi-fi como por conexão telefônica 3G. E isso, pode indicar um direcionamento futuro que também pode ser extremamente marcante. Até hoje, no iPhone não é permitido uso de chamadas telefônicas por software como Google Voice ou Skype a partir de uma conexão 3G. Será que essa política perdurará por muito tempo? Creio que não.

Outro detalhe digno de menção é o fato de que todos que testaram o iPad foram unânimes em reconhecer que ele é muito rápido. O detalhe importante disso é que o processador do iPad é um A4 da própria Apple. E isso, sim é uma grande inovação. Os processadores usados nos telefones e computadores de hoje em dia são normalmente contratados à Intel, AMD e outras produtoras de microprocessadores. Dominar hardware e software da maneira com a Apple está fazendo é uma prática só vista na época do grandes IBM, Xerox e cia. Digno de menção.

Independente do futuro do iPad, uma coisa podemos dizer, os concorrentes estão todos incomodados. E não são poucos, visto que bem diversificados. A Amazon, por exemplo, ganhou de uma hora para outra, um concorrente fortíssimo para o seu leitor de livros Kindle. No entanto, Google é mesmo o grande concorrente da Apple. Das declarações de Steve Jobs durante o lançamento do iPad, a mais marcante foi a que ele soltou propositalmente: “eles (a Google) querem matar o iPhone”. Ele chegou mesmo a dizer que esse negócio de não fazer o mal (don’t be evil), o slogan que a Google gosta de associar a si mesma, é uma grande besteira.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Nanotecnologia da Nokia

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Nesses dias de lançamento de iPad pela Apple e a constante corrida iPhone vs Android nos faz pensar sobre como deve estar o ambiente na Nokia. A pressão no maior fabricante de celular do mundo (até quando?) está grande. Ela terá que tirar alguns coelhos da cartola para voltar a participar ativamente da competição no setor. Seria a nanotecnologia o mágico que conseguirá isso? Vejam abaixo o vídeo do Morph, um conceito do que será os computadores e telefones do futuro segundo a Nokia. Bem tentador. Mas é preciso correr!

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Mapa dos Empreendedores Digitais no Brasil

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Um novo Wikimapp foi lançado ontem: o mapa dos novos empreendedores (startup, em inglês) digitais no Brasil. Trata-se de um projeto coordenado pela Startupi na pessoa de Diego Remus. O termo startup em ingles refere-se às empresas em fase embrionaria, geralmente no processo de implementaçâo e organizaçao das suas operaçôes. Empresas em incubação em universidades são exemplos disso. Startupi é um blog voltado para o mercado de startups de tecnologia, principalmente web, e todo o mercado que o circunda, como por exemplo, capital de risco, incubadoras e aplicativos web. O foco é o mercado brasileiro.
O nome é uma alusão ao mercado que cobre (startups) junto com o mercado em que atua (brasileiro, por vezes chamado de tupiniquim). Da junção desses dois nomes, surge Startupi. Abaixo coloco um mini-mapa do mapa dos empreendedores. Maiores informações sobre o mesmo podem ser obtidos na página do startupi.

Para mais informações Clique aqui

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 10.0/10 (1 vote cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Governo 2.0: Progressos Aqui e no Mundo

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação, Governo ]

A corrente para a liberação de dados públicos na Internet bem como a definição de formas de acessá-los está cada vez mais forte no mundo. O governo britânico pediu ajuda a Tim Berners Lee (o inventor da Web) para criar o site http://data.gov.uk. Nos EUA, várias iniciativas estão a ocorrer. Uma delas é a CityCamp. Trata-se de uma série de conferencias (ou, como alguns chamam, uma disconferencia) dedicada a prática de ações de governo 2.0 em nível local. Nesse final de semana uma dessas reuniões ocorreu em Chicago. O objetivo foi o de trazer autoridades municipais, estaduais, servidores públicos, programadores e designers para um espacó comum onde possam compartilhar ideias. Visa-se igualmente estabelecer padrões para troca de informações que possam ser usados pelas cidades. Em linhas gerais, as reuniões visam discutir formas de adicionar valor à vida dos cidadãos usando a web como plataforma. Os interessados podem ter mais detalhes acessando o wiki do evento e seu fórum de discussão na web.

Segue abaixo um vídeo (em ingles) com um pequeno resumo do que foi dito e discutido no primeiro dia por lá. No Brasil, iniciativas nessa direção estão ainda incipientes, mas consistentes. Sugiro, para começar a compreender o movimento, uma lida no artigo de Rodrigo Savazoni no Le Monde Diplomatique – Brasil que se entitula Democracia, Inovação e Cultura Digital. Acesse uma cópia aqui.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Jornalismo de Qualidade

Esse item foi classificado em [ Mídia ]

Tenho sido crítico dos meios de comunicação de massa em muitos momentos nesse blog. Nesse fim de semana, ao acessar duas excelentes matérias jornalística, me senti compelido a referenciá-las. A primeira matéria foi um episódio do Profissão Repórter da Globo sobre a ida à praia. Genial! Nele os repórteres acompanharam grupos de veranistas bem distintos indo a praia. Um dos grupos, o que mais foi evidenciado, era de pessoas em Roraima que nunca tinham nem visto o mar. A primeira vez foi logo no Caribe, numa viagem de ônibus que durou quase dois dias. A forma como a matéria foi conduzida capturando os sentimentos dos humildes veranistas foi sensacional. Nos intervalos da jornada dos nortistas, grupos de uma classe social bem diferentes foram visitados em Búzios dentro de seus iates. Embora bem diferentes, os grupos tinham farofa a vontade! Assistam o episódio aqui. Outro belo exemplo de jornalismo com qualidade veio nesse domingo com uma matéria veiculada no jornal O Povo sobre as aventuras dos cidadãos quando necessitam de atendimento em órgãos públicos. A forma escolhida para contar a estória foi a mesma do Profissão Repórter: o próprio jornalista solicita o serviço e torna-se o protagonista. Serviços públicos federal, estadual e municipal foram visitados. Leiam a matéria aqui.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Samba Pa Ti

Esse item foi classificado em [ Música, Vídeos ]

Vejam que legal o que encontrei no You Tube. Duas interpretações geniais daquela que considero a obra prima de Carlos Santana: samba pa ti. A primeira é um vídeo com o próprio Santana em 1971, logo depois de seu aparecimento em Woodstock e outra (infelizmente só o audio) com o alemão e líder do Luna Negra Ottmar Liebert em seu extraordinário “solo para ti”de 1992. Imperdível!

Santana – 1971

Audio Ottmar Liebert

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Tagged com:[ , , , , ]

Viral da Pardal

Esse item foi classificado em [ Entretenimento, Vídeos ]

Já mencionei vários videos que se tornaram gande sucesso na rede. Alguns deles são produzidos pelas próprias empresas que descobriram o quanto podem usar o efeito multilplicador das redes sociais para passar sua mensagem. São os chamados videos virais de marketing. Semana passada um desses virais me chegou por diferentes caminhos. Uma produção cearense. Bem artesanal. Um vendedor de picolé Pardal nada convencional. Picolé Pardal? Não creio que a Empresa seja muito conhecida no País. Na verdade, não foi a Pardal que produziu o video. Talvez se fosse faze-lo não tivesse a perspicácia na escolha do artista. É o mais genuíno humor cearense ao vivo!

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Tagged com:[ , , , , , ]

Policial Espantalho

Esse item foi classificado em [ Segurança Pública ]

Já escrevi sobre o quanto precisamos avançar em termos de qualificação policial, não só em relação à postura quanto aos direitos humanos, mas igualmente à postura quanto à ação policial em si. Muitas vezes são coisas tão simples, mas que indicam tanta coisa. Tenho exercitado um hábito simples de sempre observar a postura de policiais que fazem patrulhamento a pé. Nas mais diferentes cidades, procuro conversar com policiais, pedir informações ou simplesmente observá-los como se postam nas ruas. Acredito que o simples patrulhamento a pé é uma amostragem da qualidade do policiamento de uma região e mesmo de uma cidade. Não é a toa que as brasileiros se impressionam tanto quando vão a Inglaterra. Os guardas de rua lá passam todo o seu tempo de patrulha, digamos, patrulhando.

Pode parecer algo óbvio o que estou dizendo, mas infelizmente nossa cultura está mais para o que o ex-secretário de Nacional de Segurança Pública chama de “policial espantalho”. Os policiais, andam sempre em dupla, posicionam-se no local a ser patrulhado e pronto. Só isso. Não ocupam o espaço. Diminuem-se. Ficam quase invisíveis. A conseqüência disso é que todo tipo de ilegalidade ocorre a cada segundo na frente dos mesmos e eles nada fazem. É como se as ordens que recebessem (se as receberam) fossem simplesmente no intuito de ficar naquele ponto e pronto. Se alguém chamar ou inquirir, pode até responder, mas em caso contrário, fique quieto.

Deixe-me exemplificar o que digo, com o que observei nesse fim de semana na Beira-mar de Fortaleza cedo pela manhã. Conversava com amigos após uma corrida na praia e observei como os dois policiais do Ronda se portavam. Estavam os dois de costas para a rua conversando descontraidamente. Naquele mesmo instante em que observávamos a postura dos mesmos, um carro estacionou bem na esquina atrás dos mesmos do outro lado da rua. Uma clara e evidente violação da lei de trânsito. Um dos amigos que estava comigo logo observou que aquilo iria trazer enormes problemas para os ônibus de turismo que dobravam naquela esquina. Quase que imediatamente após esse comentário, um ônibus chegou. E aconteceu exatamente com o previsto. Ele não conseguiu fazer a curva e parou o trânsito. Vejam, o ônibus estava parado na rua quase em cima dos policiais que mantiveram-se de costas conversando tranquilamente e sem perceber o que se passava. Depois de uma série de manobras, o ônibus conseguiu desviar-se do carro (embora quase atropelasse os policiais ☺) e seguiu em frente. A cena deve ter se repetido com outros ônibus. Não ficamos para assistir. Interessante, é que outro amigo que estava comigo ainda tentou justiçar a postura deles. “Não eram guardas de trânsito”, disse. Mas são agentes da lei. Têm a obrigação de posicionar-se. Se estivessem patrulhando, bastava que dissessem ao motorista que não poderia estacionar ali. Evitaria a infração. Evidente, que espera-se que sejam firmes mas corteses. Aqui está outra grande dificuldade. Policiais, como agentes da lei, nem sempre agradam, sejam comunitários ou não, principalmente quando agem em um contexto onde o normal é infringir a lei. Ressalto que a polícia não tem o direito de agir de forma que desrespeite os direitos do cidadão. Agora, omitir-se nunca será a alternativa correta. Pequenos detalhes que podem nos dizer do muito que ainda precisamos fazer.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: -1 (from 1 vote)

Google vs China

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

A Google, na semana passada, lançou uma nota em que informa não estar mais disposta a se sujeitar a censuras na China. Deixem-me contextualizá-los para que entendam melhor a questão. Quando a Google decidiu entrar na China concordou com o governo chinês de que alguns sites não apareceriam nas buscas feitas pelos usuários. Quem decide o que pode aparecer ou não é o governo. No bolo de censurados podem estar tanto sites pornográficos como sites de oposição ao regime. Em sua nota da semana passada, a Google relembra que aceitou essa situação porque acreditava que estaria contribuindo para que a precária liberdade de expressão por aquela bandas se modificasse. Presunçoso? Ingênuo? Visão de negócios? Não sei, talvez um pouco de tudo. O fato é que, na semana passada, após serem atacados por hackers que invadiram as contas dos usuários do gmail, Google decidiu mudar de postura. Há suposições que os hackers tinham relação com o governo chinês. Proliferam na web textos que discutem a decisão da Google. Google nunca conseguiu ser unanimidade no mercado de buscas na China, dominado por baidu. Os chineses bem sabem que o controle ao acesso à informação na web é tão estratégico como o acesso a campos de petróleo ou às plantações de soja. No entanto, controle governamental com censura ao acesso da informação conflita com a missão primordial da Google de permitir acesso irrestrito e universal a toda informação existente. Concretamente, ao deixar a China sob a desculpa de que não aceita censura, a Google fortalece a imagem no resto do mundo (principalmente no ocidente) de uma empresa que não é má ( “don’t be evil”). Todos sabem que cresce no mundo o sentimento de que a Google não é tão boazinha e que acabará, com o tempo, por tomar o lugar da Microsoft. Parece-me que a decisão da Google era a mais óbvia. Estranha-me terem demorado a tomá-la. Defender a ideologia da liberdade de expressão converge fortemente com os interesses comerciais da Empresa. Creio que isso ficará evidente no futuro. No entanto, é impossível deixar de espantar-se por algo tão inédito. Uma Empresa em disputa com um País pela seguinte motivação: direitos e liberdades de individuais. Algum historiador conhece algo similar na história? Não creio que a decisão da Google fará o governo chinês mudar de comportamento. Mas ao considerar-se com condições de enfrentar tamanho desafio, a Empresa dá mostras da dimensão que assumiu. Tempos modernos!

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: +1 (from 1 vote)

Orçamentos Participativos Digitais

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação, Governo ]

Começam a aparecer, de mais em mais, exemplos de cidades que realizam um processo de elaboração de orçamento participativo com a ajuda da Internet. A cidade de Santa Cruz na Califórnia é um desses exemplos.

O tremendo déficit (cerca de U$ 26 bilhões) da Califórnia forçou ao aparecimento de soluções inovadoras. Santa Cruz decidiu engajar os cidadãos na discussão de como tratar o déficit da cidade. Decidiram criar um site onde os dados do orçamento dos últimos 10 anos foram expostos. Analistas independentes passaram a discutir as razões do ocorrido e, em conjunto com a sociedade, coordenaram um trabalho de definição de prioridades de investimento. Representações visuais e amigáveis foram fundamentais para que a participação das pessoas fosse possível. Várias seções de voto foram criadas no site para que as pessoas participassem e definissem o que consideravam prioridade. O prefeito, através de seu blog, comandou toda a discussão. Um detalhe que mostra o quanto as pessoas se engajaram no processo é o fato de que o site foi construído pelos próprios cidadãos e totalmente de graça. Os projetos foram classificados em ranking e os mais bem avaliados foram eleitos para serem implantados. Um matéria completa sobre essa iniciativa pode ser vista aqui.

O que considero particularmente relevante é que temos aqui no Brasil modelos semelhante como o de Belo Horizonte que começou em 2006. O OP participativo de BH encarna a mesma idéia. Em 2008 foram mais de 120 mil votos no site. A participação crescente da população demonstra o sucesso. Para maiores informações vejam aqui.

Já está na hora dos governantes adotarem como regra orçamentos participativos. Temos visto vários exemplos de projetos de grande monta definidos dentro de gabinetes e que não representam minimamente os anseios da sociedade. Votações sobre que obras são as mais importantes são exemplos de como, de forma simples, pode-se conseguir o engajamento das pessoas. Além do mais, orçamentos participativos têm um formidável aspecto educativo. É uma forma de levar a complexidade da administração pública às pessoas, permitindo mostrá-las que os recursos são limitados e assim precisam ser usados com parcimônia.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: +1 (from 1 vote)

Google Lança Serviço “O que está ao meu redor?”

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Google lançou nos EUA, ainda não consegui usá-lo aqui em Fortaleza, um serviço simples, mas que tem tudo para ser um super sucesso: near me (perto de mim, em inglês). O funcionamento é simples. Entre no site da Google, tecle “near me”e descubra o que está ao seu redor, restaurantes, praças, museus, prédios públicos, etc. O mais interessante é que, além de descobrir o que está perto, é possível acessar comentários sobre os locais pesquisados feitos por outras pessoas. Vejam o exemplo no vídeo abaixo.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Tagged com:[ , , , ]

Ainda sobre transparência de dados de Segurança Pública

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação, Segurança Pública ]

Sempre que palestro sobre WikiCrimes, em especial para platéias de atores de Segurança Pública, sou questionado sobre a credibilidade das informações. Ouço sempre argumentações de que a veiculação de informações incorretas geraria temores na população e poderia estigmatizar locais, prédios, etc. Contra esse tipo de discurso, sempre contra-argumento que a transparência é a melhor forma de se tratar dados públicos. Pois vejam só. Uma matéria recente no Jornal O Povo de 28 de dezembro deu-me a perfeita oportunidade para elaborar esse tema. A matéria de primeira página indicava os bairros onde ocorriam mais roubos e furtos de carros em Fortaleza. A matéria descrevia que 6585 mil ocorrências tinham ocorrido em 2009 até novembro. Os bairros considerados mais perigosos foram Centro, Fátima e Aldeota. Os dados usados na matéria tinham sido coletados da Secretaria de Segurança e do CIOPS. Estamos falando de dados oficiais. Para um leitor menos atento, tudo parecia normal. Mas na verdade não estava. Tinha achado estranho que essa estatística pudesse ser feita, pois sei da dificuldade de se conseguir os dados. Ao olhar mais atentamente a matéria, percebi que na estatística por bairros a soma de roubos/furtos era somente de cerca de 1400, ou seja, referia-se a menos de 25% do total. Vocês sabem porquê? Simples, o CIOPS não divulga todos os dados das ocorrências (já discorri sobre divulgação de dados de Segurança algumas vezes). Os relatórios diários divulgados na Internet pelo CIOPS são uma amostra das ocorrências totais. Isso implica que qualquer conclusão tirada com base na estatística a partir dessa amostragem deve ser muito cautelosa. Mas cerca de 25% não é uma amostra significativa do total? Depende. Se estivermos falando de eventos escolhidos aleatoriamente, sim. Dito outramente, somente se as ocorrências descritas no relatório diário do CIOPS estiverem sendo escolhidas, digamos, “na sorte”. Lembrem-se das analogias típicas das aulas de estatística: coloca-se todas as ocorrências em um saco e depois retire-as de olhos fechados. O problema é que ninguém sabe se esse é o caso. Em suma, as informações apresentadas são passíveis de erro de interpretação, fato que ocorre com freqüência hoje em dia. A falta de transparência na divulgação de dados públicos leva a isso. O mais interessante é que não vi nenhum morador dos bairros considerados perigosos vir a público reclamar da notícia do jornal. Também não vi a Secretaria de Segurança contestar a matéria nem os números. Conversei com o jornalista responsável pela matéria que me confidenciou que minhas ponderações tinham fundamento. Enfim, esse negócio de que as pessoas vão sentir medo se os dados forem públicos e que especulações imobiliárias e outras mais vão ocorrer não se sustenta absolutamente. Na condição atual, como demonstrado aqui, há muito mais espaço para inverdades, rumores e interpretações erradas. Alguém ainda duvida?

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Novos WikiMapps

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Novos mapas têm sido diariamente criados em Wikimapps. Já mencionei o Wikimapps Torcidas em um texto recente. Outros três que tem ganhado atenção são: Eleições 2010, DisasterMap e Brazucas.

Eleições 2010 – visa mapear as intenções de voto para presidente da república. O usuário se marca no mapa com o ícone de seu candidato.

Disaster – criado por um geólogo português que visa mapear desastres naturais. As enchentes no Brasil já estão mapeadas e com vídeos e fotos em cada marcador.

Brazucas – visa construir o mapa dos jogadores brasileiros de futebol que estão no exterior. Sabemos que existem milhares deles em todas as partes do mundo, mas não há nenhum arquivo único onde as informações sobre os mesmos possam ser encontradas. Qualquer jogador, profissional ou não, pode se cadastrar. Isso auxilia na divulgação e pode inclusive ajudar em contratações futuras.

Se você ainda não construiu o seu, clique aqui e comece já ! É de graça (por enquanto :-) ))

Brazucas

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

Google Phone: Com Nexo?

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Nem bem falei da dificuldade de se decidir a compra de um smartphone ontem, a situação se complicou mais. A Google lançou um telefone: o Nexus One. E aqui se trata de um telefone mesmo, de um aparelho. Na verdade, o telefone foi produzido pela HTC, mas será vendido pela Google diretamente em seu site. A novidade é que não será obrigatório ter um plano de assinatura para comprá-lo. O preço estimado é de cerca de U$ 160,00 nos EUA. Ainda não se sabe quando e por quanto ele chegará ao Brasil. Mas afinal de contas, o que quer mesmo a Google com o Nexus One? Não sei e não creio que muitos saibam. É uma aposta arriscada e alguns acreditam ser um golpe pelas costas nos fabricantes como Motorola e Ericsson que estão produzindo telefones para rodar o Sistema Operacional Android da Google. Não precisavam de um novo e temido concorrente. Em termos de características técnicas, além de obviamente rodar no SO Android, o Nexus One não acrescentou muita coisa. Vejam abaixo um quadro comparativo feito por Bill Shrink.
nexusone-vs-droid

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0 (from 0 votes)

A Decisão de Comprar um Smartphone

Esse item foi classificado em [ Ciência, Tecnologia e Inovação ]

Par os menos afeitos aos avanços da tecnologia, responder à pergunta sobre que telefone celular comprar ficou cada vez mais difícil. Os novos smartphones não são apenas bonitos, podem muito. Como tenho dito e escrito frequentemente: smartphone é um computador. Como tal, a decisão de qual comprá-lo depende do software que ele vai receber. O software principal é o sistema operacional. O papel que o Windows teve no mundo dos PCs está sendo disputado vigorosamente no mundo dos smartphones. Três grandes competidores nessa arena são Apple que tem em seu iPhone um SO próprio (MAC OS), a Blackberry que também tem um SO proprietário e a Google que lançou um SO para ser usado por vários fabricantes chamado Android. Motorola, Ericsson e HTC são algumas das que já usam Android em seus aparelhos. A Microsoft continua na batalha com seu Windows móbile, mas que perde terreno fortemente. A grande incógnita é a Nokia, ainda a maior fornecedora de celulares no mundo, que decidiu manter-se em um sistema próprio, embora não proprietário, e acabou por perder um enorme espaço na competição. Comparações entre os diversos aparelhos podem ser encontradas em vários sites especializados como o da PCWorld. Aliás, não é somente o sistema operacional que deve ser instalado no smartphone. Milhares de softwares aplicativos para os mesmos estão sendo desenvolvidos e a biblioteca do iPhone, por exemplo, já chega a quase cem mil. Boa parte dos sites existentes na Internet como Facebook, Twitter, Myspace e Gmail tem seu similar para Smartphone. Agora, lembro que, antes de decidir que marca escolher, saiba que um smartphone é um computador somente se estiver conectado à Internet. É isso que faz a grande diferença, mas tem seu custo. Os preços dos planos de dados das operadoras de telefonia são caros e vendidos à parte dos planos de voz. Se você não está disposto a pagar em torno de R$ 80,00 a R$120,00, talvez ainda não valha a pena o investimento no equipamento. Até existem planos de acesso à Internet mais baratos, mas eles só permitem acesso a dados em velocidades muito baixas o que inviabiliza o acesso freqüente à Internet e aos programas diversos que surgem diariamente. De qualquer forma, se decidir comprar um, tenho um iPhone e indico sem medo de me errar.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.8.1_1037]
Rating: +1 (from 1 vote)